touch-and-go

together as one against all others

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‎”Amor tem outro cheiro. Outra natureza. Outra frequência. Outro chamado. É para ser luz pra dois, com todas as sombras de cada um.”

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“Esse texto é uma das formas que eu encontrei, para dizer o quanto lhe amo. É uma forma simples sim, mas uma das formas que eu encontrei, para poder lhe trasmitir o que se passa na minha cabeça quando penso ou até mesmo sinto você. É uma forma tão simples isso aqui,e não sou nenhum Shakespeare no romance, mal sei descrever quem ou o que sou.
Mas preciso colocar um pouco do que acontece comigo, preciso dizer ao mundo e ao universo que sim. “Sim eu sou apaixonada por você!Que eu amo voce!”. Sou eternamente grata pela tua existência, pelo teu sorriso angelical, por tuas formas de me tratar e agir.
Queria eu poder te fazer feliz, da mesma forma que você me faz. E estar com você é um mundo de Tv em cores sem todo aquele sensacionalismo exacerbado.
Se sou o que sou hoje é graças a você, que sempre fez o máximo para me entender, que ve meus defeitos com todo o amor do mundo.
Mas hoje eu vivo um amor tão meu,e surreal. Um amor que graças a você me faz mais feliz,me faz de verdade. Na realidade mesmo esse texto é para deixar bem claro o quanto eu te amo, e sim hoje e amanhã e sempre será você, apenas você e mais ninguém.”

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“Vou te contar, meu amor, porque te acho o homem mais interessante do mundo: Primeiro, naturalmente, porque você tem esses olhos que não param de brilhar, e porque ainda não descobri se eles brilham incansavelmente ou se ficam mais brilhantes quando olham pra mim. Depois, porque você tem essa boca tão macia que é só sua – e deliciosamente minha também nos últimos meses. É uma boca que começa fininha em cima e que vai crescendo em baixo, numa combinação que me deixa maluca toda vez que a encosta em qualquer milímetro do meu corpo. Tem também o seu cabelo que eu adoro sentir na minha mão; Depois tem a suas mãos, que tenho a impressão que estão sempre quentes. Quentes e grandes, e assim conseguem ter o que quiser de mim. Mão poderosas, com dedos igualmente poderosos, que me levam pra lugares que nem sei explicar. Tem também o jeito que você me beija, que pode ser diferente dependendo das suas intenções. Tem aquele beijo que devora, que entra lá no fundo, que engole. Tem o beijo lento, que caminha por cada canto da minha boca, paciente, sem pressa. Tem até beijo no nariz, que é mais poderoso do que um “Te amo”. Tem o jeito como você me olha quando entro no carro. Uma olhada com saudade, que sempre me lembra como é bom te encontrar de novo. Tem também aquelas vezes que te pego me olhando e que fico tentando imaginar as indecências que passam pela sua cabeça nessas horas. Tem também a forma como você me enxerga – inédita e só sua. Uma forma engraçada porque muitas vezes mostra coisas que nem eu tinha visto. Uma forma que motiva, inspira, conforta e incomoda muitas vezes também – porque pega no íntimo, em coisas que são difíceis de cutucar, mas que você faz com maestria. Você me enxerga mais e melhor do que os outros. Tem também o jeito que acende o “du” e fala e mexe as mãos sem parar, principalmente quando está empolgado com mais uma das idéias brilhantes que surgem na sua cabeça. E o jeito que você fala do seu trabalho, dos seus sonhos, e de tudo. Tem o jeito que tira o sarro de mim. E o jeito lindo que deita na cama depois de mim e me abraça gostoso. E também tem o jeito que deita comigo. Tem o jeito que me abraça de conchinha ao mesmo tempo que encaixa todo o resto do corpo no meu, como um quebra-cabeça. E nessa hora, aproveito o silêncio pra sentir e escutar você respirando na minha nuca. Tem também as deliciosas e intermináveis horas que passamos na cama, que é o único jeito de me fazer gostar de ficar deitada sem dormi. Tem também o jeito como vem me falar indecências no pé do ouvido,  com aquela voz que me deixa maluca só de escutar. E como, mais tarde, aplica tudo aquilo de disse, de um jeito só seu. E tem o jeito que aprendeu rápido demais como eu gosto de sentir prazer. E, finalmente, mesmo podendo ficar aqui listando muitas outras coisas, tem o jeito como você me surpreende e me apaixona todos os dias, me trazendo a sensação de que a vida é boa, e linda, e apaixonante – como você.”

“Vou te contar, meu amor, porque te acho o homem mais interessante do mundo: Primeiro, naturalmente, porque você tem esses olhos que não param de brilhar, e porque ainda não descobri se eles brilham incansavelmente ou se ficam mais brilhantes quando olham pra mim. Depois, porque você tem essa boca tão macia que é só sua – e deliciosamente minha também nos últimos meses. É uma boca que começa fininha em cima e que vai crescendo em baixo, numa combinação que me deixa maluca toda vez que a encosta em qualquer milímetro do meu corpo. Tem também o seu cabelo que eu adoro sentir na minha mão; Depois tem a suas mãos, que tenho a impressão que estão sempre quentes. Quentes e grandes, e assim conseguem ter o que quiser de mim. Mão poderosas, com dedos igualmente poderosos, que me levam pra lugares que nem sei explicar. Tem também o jeito que você me beija, que pode ser diferente dependendo das suas intenções. Tem aquele beijo que devora, que entra lá no fundo, que engole. Tem o beijo lento, que caminha por cada canto da minha boca, paciente, sem pressa. Tem até beijo no nariz, que é mais poderoso do que um “Te amo”. Tem o jeito como você me olha quando entro no carro. Uma olhada com saudade, que sempre me lembra como é bom te encontrar de novo. Tem também aquelas vezes que te pego me olhando e que fico tentando imaginar as indecências que passam pela sua cabeça nessas horas. Tem também a forma como você me enxerga – inédita e só sua. Uma forma engraçada porque muitas vezes mostra coisas que nem eu tinha visto. Uma forma que motiva, inspira, conforta e incomoda muitas vezes também – porque pega no íntimo, em coisas que são difíceis de cutucar, mas que você faz com maestria. Você me enxerga mais e melhor do que os outros. Tem também o jeito que acende o “du” e fala e mexe as mãos sem parar, principalmente quando está empolgado com mais uma das idéias brilhantes que surgem na sua cabeça. E o jeito que você fala do seu trabalho, dos seus sonhos, e de tudo. Tem o jeito que tira o sarro de mim. E o jeito lindo que deita na cama depois de mim e me abraça gostoso. E também tem o jeito que deita comigo. Tem o jeito que me abraça de conchinha ao mesmo tempo que encaixa todo o resto do corpo no meu, como um quebra-cabeça. E nessa hora, aproveito o silêncio pra sentir e escutar você respirando na minha nuca. Tem também as deliciosas e intermináveis horas que passamos na cama, que é o único jeito de me fazer gostar de ficar deitada sem dormi. Tem também o jeito como vem me falar indecências no pé do ouvido,  com aquela voz que me deixa maluca só de escutar. E como, mais tarde, aplica tudo aquilo de disse, de um jeito só seu. E tem o jeito que aprendeu rápido demais como eu gosto de sentir prazer. E, finalmente, mesmo podendo ficar aqui listando muitas outras coisas, tem o jeito como você me surpreende e me apaixona todos os dias, me trazendo a sensação de que a vida é boa, e linda, e apaixonante – como você.”

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“Na verdade, somos uma só alma, tu e eu.
Nos mostramos e nos escondemos tu em mim, eu em ti.
Eis aqui o sentido profundo de minha relação contigo,
Porque não existe, entre tu e eu, nem eu, nem tu, apenas uma unica alma um único sentimento.”

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‎”Love is composed of a single soul inhabiting two bodies”
                                                               -Aristotle

‎”Love is composed of a single soul inhabiting two bodies”

                                                               -Aristotle

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Você se encaixa em mim de um jeito difícil de explicar. Você vai organizando seu corpo de forma que todas as partes dele, se encostam nas minhas. O  seu braço comprido passa por debaixo da minha nuca, no vão exato da curvinha do meu pescoço. Acho que às vezes seu braço deve formigar por ser esmagado pela minha cabeça – mas você nunca reclama. A gente se deita e você, automaticamente, vai passando seu braço grande pelo vãozinho do meu pescoço, enquanto o outro se fecha por cima do meu busto. É quase uma chave de braço de amor. E você coloca sua perna pesada sob a minha minha, quase me esmagando. Se fosse qualquer outra criatura, pediria que ela logo tratasse de tirar tal peso de mim – mas do seu peso, eu gosto. É  um amor. Quero suas pernas pesadas esmagando as minhas. E, se você dá bobeira, tranço logo meus pés nos seus. A gente se contorce pra achar um jeito da trança não limitar totalmente nossos movimentos. Passo meu pé, que perto do seu fica tão pequeno, por entre seus calcanhares e o ninho está feito. A verdade mesmo é que quero grudar em você, centímetro por centímetro. E você então encaixa seu rosto na minha nuca. E respira. E o ar quente vai aquecendo ainda mais o meu corpo, que, a essa altura, já não sabe mais o que é o frio. E sua respiração alta é quase como um sonífero. É o extremo do aconchego, me mostrando que você está realmente ali. Eu amo até o ar que sai de você. E você puxa meu quadril imponentemente de encontro ao seu, formando o encaixe perfeito. A sensação da minha bunda no seu pau seria extremamente erótica, se não fosse o conforto proporcionado por essa posição. Nessas horas, o sexo, que, em alguns momentos, parece latejar nas nossas veias com a urgência de quem precisa de oxigênio para funcionar, de repente não parece mais tão urgente assim. De fato, ele vira coisa secundária, coadjuvante, diante do aconchego que o seu corpo grudado no meu proporciona. E nessa vida na qual mata-se um leão por dia, na qual sabe-se de cor em quem se pode confiar, e na qual por tantas vezes nos sentimos fracos e desamparados em meio a um oceano de gente, esse conforto é coisa rara. Cada centímetro do meu corpo venera cada centímetro do seu. Dali, friagem nenhuma se aproxima. E eu me recuso a pensar que aquilo não é amor. Talvez o amor que as pessoas busquem tanto, esteja nos micro-prazeres escondidos por trás das delicadezas da vida e do encaixe das conchinhas. E aí tenho certeza que naquele momento, a energia que borbulha dos nossos corpos colados nada mais é do que o amor transbordando. Sentindo cada segundo daquilo que me completa, que me faz bem. Mas, o injusto da conchinha é que ela alcança um nível tão alto de conforto. Com ou sem sexo, gosto profundamente de você. E ouvindo a sua respiração igualmente profunda, sintonizo a minha com a sua.

Você se encaixa em mim de um jeito difícil de explicar. Você vai organizando seu corpo de forma que todas as partes dele, se encostam nas minhas. O  seu braço comprido passa por debaixo da minha nuca, no vão exato da curvinha do meu pescoço. Acho que às vezes seu braço deve formigar por ser esmagado pela minha cabeça – mas você nunca reclama. A gente se deita e você, automaticamente, vai passando seu braço grande pelo vãozinho do meu pescoço, enquanto o outro se fecha por cima do meu busto. É quase uma chave de braço de amor. E você coloca sua perna pesada sob a minha minha, quase me esmagando. Se fosse qualquer outra criatura, pediria que ela logo tratasse de tirar tal peso de mim – mas do seu peso, eu gosto. É  um amor. Quero suas pernas pesadas esmagando as minhas. E, se você dá bobeira, tranço logo meus pés nos seus. A gente se contorce pra achar um jeito da trança não limitar totalmente nossos movimentos. Passo meu pé, que perto do seu fica tão pequeno, por entre seus calcanhares e o ninho está feito. A verdade mesmo é que quero grudar em você, centímetro por centímetro. E você então encaixa seu rosto na minha nuca. E respira. E o ar quente vai aquecendo ainda mais o meu corpo, que, a essa altura, já não sabe mais o que é o frio. E sua respiração alta é quase como um sonífero. É o extremo do aconchego, me mostrando que você está realmente ali. Eu amo até o ar que sai de você. E você puxa meu quadril imponentemente de encontro ao seu, formando o encaixe perfeito. A sensação da minha bunda no seu pau seria extremamente erótica, se não fosse o conforto proporcionado por essa posição. Nessas horas, o sexo, que, em alguns momentos, parece latejar nas nossas veias com a urgência de quem precisa de oxigênio para funcionar, de repente não parece mais tão urgente assim. De fato, ele vira coisa secundária, coadjuvante, diante do aconchego que o seu corpo grudado no meu proporciona. E nessa vida na qual mata-se um leão por dia, na qual sabe-se de cor em quem se pode confiar, e na qual por tantas vezes nos sentimos fracos e desamparados em meio a um oceano de gente, esse conforto é coisa rara. Cada centímetro do meu corpo venera cada centímetro do seu. Dali, friagem nenhuma se aproxima. E eu me recuso a pensar que aquilo não é amor. Talvez o amor que as pessoas busquem tanto, esteja nos micro-prazeres escondidos por trás das delicadezas da vida e do encaixe das conchinhas. E aí tenho certeza que naquele momento, a energia que borbulha dos nossos corpos colados nada mais é do que o amor transbordando. Sentindo cada segundo daquilo que me completa, que me faz bem. Mas, o injusto da conchinha é que ela alcança um nível tão alto de conforto. Com ou sem sexo, gosto profundamente de você. E ouvindo a sua respiração igualmente profunda, sintonizo a minha com a sua.

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“Poucos são aqueles que vêem com seus próprios olhos e sentem com seus próprios corações.”

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A glória da amizade não é a mão estendida, nem o sorriso carinhoso, nem mesmo a delícia da companhia. É a inspiração espiritual que vem quando você descobre que alguém acredita e confia em você.

A glória da amizade não é a mão estendida, nem o sorriso carinhoso, nem mesmo a delícia da companhia. É a inspiração espiritual que vem quando você descobre que alguém acredita e confia em você.

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Assim como o pássaro tem que encontrar a coragem para deixar de ir ao ramo, a fim de voar, então nós também devemos deixar de nossas filiais, se quisermos conhecer a alegria de subir ao mais alto potencial da nossa vida. Os ramos que temos são os nossos apegos interiores - as nossas crenças, idéias e memórias. E depois há os acessórios exteriores - pessoas, bens, cargos e privilégios são poucos. Mas, contanto que segurá-los, vamos viver com medo (de desapego e perdas) e nunca será livre. E basta ver os pássaros, por deixar de ir um ramo que eles são capazes de passar o resto de sua vida pousando em um milhão de outros ramos, e apreciar a vista de cada um. Você está voando e voando em sua vida, ou você está preso em um galho, xingando os outros como eles voam passado. Vá em frente, experimente … deixe ir!

Assim como o pássaro tem que encontrar a coragem para deixar de ir ao ramo, a fim de voar, então nós também devemos deixar de nossas filiais, se quisermos conhecer a alegria de subir ao mais alto potencial da nossa vida. Os ramos que temos são os nossos apegos interiores - as nossas crenças, idéias e memórias. E depois há os acessórios exteriores - pessoas, bens, cargos e privilégios são poucos. Mas, contanto que segurá-los, vamos viver com medo (de desapego e perdas) e nunca será livre. E basta ver os pássaros, por deixar de ir um ramo que eles são capazes de passar o resto de sua vida pousando em um milhão de outros ramos, e apreciar a vista de cada um. Você está voando e voando em sua vida, ou você está preso em um galho, xingando os outros como eles voam passado. Vá em frente, experimente … deixe ir!

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Não acredite em algo simplesmente porque ouviu. Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito. Não acredite em algo simplesmente porque esta escrito em seus livros religiosos.Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade. Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração.Mas depois de muita análise e observação, se você vê que algo concorda com a razão, e que conduz ao bem e beneficio de todos, aceite-o e viva-o.
                                                                      - Buda.

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O amor realmente inspira e move todas as coisas para a sua liberdade e felicidade original.

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“O passado não existe mais o futuro ainda não chegou : ambos são desnecessariamente se movendo em direções que não existem. Um existia, mas não existe mais, e um ainda nem sequer começou a existir. A única pessoa certa é alguém que vive momento a momento, cuja seta é direcionada para o momento, que está sempre aqui e agora; onde quer que esteja, sua consciência todo, todo o seu ser, está envolvido na realidade do aqui e na realidade de agora. Isso é a única direção certa. Apenas um homem pode entrar no portão de ouro. O presente é o portal dourado. Aqui, agora .. E você pode estar no presente apenas se você não for ambicioso - nenhuma realização, nenhum desejo de alcançar o poder, dinheiro, prestígio, mesmo de iluminação, porque toda ambição coloca você no futuro. Apenas um homem não ambicioso pode permanecer no presente. Um homem que quer ser no presente não tem que pensar, tem apenas a ver e entrar no portão. A experiência virá, mas a experiência não precisa ser premeditada.”

“O passado não existe mais o futuro ainda não chegou : ambos são desnecessariamente se movendo em direções que não existem. Um existia, mas não existe mais, e um ainda nem sequer começou a existir. A única pessoa certa é alguém que vive momento a momento, cuja seta é direcionada para o momento, que está sempre aqui e agora; onde quer que esteja, sua consciência todo, todo o seu ser, está envolvido na realidade do aqui e na realidade de agora. Isso é a única direção certa. Apenas um homem pode entrar no portão de ouro. O presente é o portal dourado. Aqui, agora .. E você pode estar no presente apenas se você não for ambicioso - nenhuma realização, nenhum desejo de alcançar o poder, dinheiro, prestígio, mesmo de iluminação, porque toda ambição coloca você no futuro. Apenas um homem não ambicioso pode permanecer no presente. Um homem que quer ser no presente não tem que pensar, tem apenas a ver e entrar no portão. A experiência virá, mas a experiência não precisa ser premeditada.”

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“Através de um olhar você é capaz de conhecer a pessoa, mesmo sem falar. Olhares são os ouvidos da alma, pois é o silêncio de um olhar que fala ,e o sentir nos revela o que verdadeiramente estamos vendo e sentindo.  
A maior força que existe é o Amor. É a maior porque é invencível e irresistível. Nada pode contra e ninguém pode resistir ao Amor. A força do Amor é incompreendida pela humanidade, assim como todas as outras leis cósmicas, por isso os homens sofrem. Não existe beleza física, riqueza e estabilidade material, família, filhos, moral, costumes ou lei que possa separar o Amor de duas almas. Porem não ame pela beleza, pois um dia ela acaba, não ame por admiração, pois um dia você se decepciona. Ame apenas, pois o tempo nunca pode acabar com um amor sem explicação.”

“Através de um olhar você é capaz de conhecer a pessoa, mesmo sem falar. Olhares são os ouvidos da alma, pois é o silêncio de um olhar que fala ,e o sentir nos revela o que verdadeiramente estamos vendo e sentindo.  

A maior força que existe é o Amor. É a maior porque é invencível e irresistível. Nada pode contra e ninguém pode resistir ao Amor. A força do Amor é incompreendida pela humanidade, assim como todas as outras leis cósmicas, por isso os homens sofrem. Não existe beleza física, riqueza e estabilidade material, família, filhos, moral, costumes ou lei que possa separar o Amor de duas almas. Porem não ame pela beleza, pois um dia ela acaba, não ame por admiração, pois um dia você se decepciona. Ame apenas, pois o tempo nunca pode acabar com um amor sem explicação.”